Artigo 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais:
IV - o apanhado de lições em estabelecimentos de ensino por aqueles a quem elas se dirigem, vedada sua publicação, integral ou parcial, sem autorização prévia e expressa de quem as ministrou;
Estamos disponibilizando uma pesquisa básica dentro do canal do Youtube sobre técnicas de pitura com lápis de cor, assistam e pratiquem, se quiserem mandar os resultados para postarmos aqui, será bastante interessante!
Preenchimento com diversos movimentos
Os movimentos demonstrados ajudam a garantir efeitos de
preenchimento que serão úteis para não haver falhas na pitura.
Misturando as cores
Além de mostrar como misturar, há a demonstração de quais cores
são as misturadoras, assim como também quais são as cores básicas
que se mistruam para virar uma outra cor.
Como usar o lápis branco
Além de misturar as cores, o branco serve como Esfuminho,
ajuda a melhorar o efeito degradê, faz o efeito de luz com
maior realismo e beleza, ele tabém impermeabiliza o desenho
e serve para utilização em papéis de cores escuras. Ah, não se
esqueça de limpar o lápis, sabe como? Veja o vídeo.
Complementando um geral com mais opiniões
Além dos conceitos anteriores podemos entender um pouco sobre sombras, dicas de fundo de desenho com o próprio lápis de cor.
O canal Nerdologia, no Youtube, é um ótimo lugar para aprimorar seus conhecimentos. O seu autor é o Átila (biólogo) e busca sempre trazer temas contemporâneos e ligados à biologia. Sua linguagem é muito boa e eu gosto muito de assistir. Já publiquei aqui os 3 vídeos que compilei sobre a visão para os meus alunos do projeto de desenho e hoje vou divulgar o vídeo "racismo" e o "maioridade penal". Ambos os vídeos buscam mostrar como biologicamente o racismo e a questão da maioridade penal não cabem a uma sociedade desenvolvida e com plenos conhecimentos para desenvolver social, biologica, politica e judicialmente manter esses pensamentos preconceituosos, elitistas e que buscam um poder de dominar e segregar o povo. Assista o vídeo e perceba como todos os temas que Cunha levanta com a PL sobre a pílula do dia seguinte e a definição sobre a familia hetero-cristã, por exemplo, são pensamentos que levam o pobre de esquerda a efetivar sua alienação de forma estúpida e ALIENADA. Reflita!
Para
começar esta conversa, gostaria de propor a todos, educadores e estudantes,
pensar sobre a literatura e o sua relação de leitor com ela. Agora pense sobre
os seus títulos preferidos: eles são considerados cânone literário[1]? Isso eu posso responder
para todos, sem mesmo saber qual livro é, pois depende de em que época estamos,
da importância desse livro para a atualidade e as proporções dele dentro de
todo um contexto de consumo literário e análises para aquele período. Isso eu
sei por que o Profº Ms. Egon de Oliveira Rangel falou. Quer
ver?
Além
de ser bom pensar que os cânones são livros em uma lista viva e como a língua
em que são escritas podem mudar e ressignificar, posso dizer que um dia eu e
outros amados podemos um dias ser considerados Cânones.
Voltando
ao tema principal, pego-me a pensar sobre os meus livros preferidos, os
estudados, os que estão no rol e os que não estão. Houve alguma vez em que as
pessoas a quem você indicou o livro não retornassem com o mesmo afeto, paixão e
glória que a seu ver ele merecia? Pois é, isso acontece demais, e quando levo
para a sala de aula para meus alunos? Nossa,
aí o bicho pega. Já se sentiu tentado a parar de deixar as pessoas a lerem
a capa de seu livro, não falar sobre seus autores e obras? Ensinar só p que
parece mais aceitável?
Pois
é, eu passei por isso. Mas... pense bem, se por acaso nós deixamos de tentar,
esquecemos completamente de como é sensibilizar o outro e garantir que um dia
ele possa apreciar com toda a sua carga pessoal de cultura e a partir de seu
próprio ponto de vista (conhecimentos científicos e experiências) aquilo que
você aprendeu a ler e gostar por ter sido sensibilizado.
Houve
a um tempo uma discussão entre mim e meu amigo sobre oferecer a um aluno de 12
anos textos de Alan Poe para serem lidos. Eu amo Alan Poe, porém ele já foi tão
copiado que eu tenho me dado ao trabalho – nada árduo, mas difícil – de encontrar
novas maneiras de apresentar o pai do mistério e do conto policial sem parecer
que é ele quem plagiou. Além do fato de eu perceber que se não há uma
sensibilização (que pode ocorrer até mesmo com adaptações como filmes – esse deu
certo, hein! Mas não faça o mesmo com o Stephen King... ops, cânone? -, HQs, textos
voltados para faixas etárias específicas e tudo o mais que tiver disponível.
Às
vezes basta a sua palavra de autoridade para sensibilizar o outro e muitas
vezes você pode usar outras autoridades. Quem já conseguiu outras maneiras
lúdicas ou não de sensibilizar alunos de séries do fundamental II com os
cânones de nossa época? Já conseguiu com resenhas? Hum... #ficaadica
[1]
Cânone literário: o termo vieram progressivamente a ser aplicados ao domínio da
literatura, muitas vezes sob a forma de expressões como "os
clássicos" ou "as obras-primas". http://www.edtl.com.pt/business-directory/6079/canone/
Vídeo apresentado no curso de Direitos Humanos pela Diretoria de Ensino Regional da Penha no dia em que a discussão foi sobre Gênero e Racismo.
O vídeo é um documentário e foca da imagem da mulher dentro da mídia e a maneira que a mídia lida com seus produtos através da questão do gênero. Vale muito a pena e faz pensar.
Nerdologia é um canal muito interessante e com vídeos de linguagem simples para que os alunos possam entender, e estamos vendo os vídeos no curso de desenho para discutir as nossas possibilidades sobre a visão dentro da fotografia e do desenho. Os temas dos vídeos são de objetivo adverso dos que nós temos no curso, mas todos falam sobre as intenções de percebermos as possibilidades da visão, da luz e da interpretação da luz e das cores. Por isso, veja os vídeos e entenda que se nós vamos fazer arte visual ou comunicaçção visual é preciso partir do pressuposto que somos todos diferentes perante uma mesma realidade e que muitas vezes é difícil de sabermos como é a realidade para a maioria quando somos uma minoria que interpreta segundo os seus limites físicos e de experiências pessoais sobre aquilo que enxergamos. Divirtam-se!